Afinal, o trabalho com células e discipulados é bom ou não é?

Você gosta de jiló?

Talvez você esteja se perguntando o que esta pergunta tem a ver com o assunto “liderança”. Pois é, vamos nos ater apenas as respostas possíveis a esta pergunta primeiro, ok?

Vamos lá, as respostas possíveis são:

– “Eu gosto.”

– “Eu não gosto.”

– “Eu não sei porque nunca experimentei.”

Estas são as três respostas básicas que alguém poderia responder a esta pergunta. No entanto, é muito comum que algumas das pessoas que responderam que “não gostam”, o fizeram sem nunca ter experimentado. São pessoas que dizem que não gostam com base na experiência de alguém que não gostou.

Contudo, também é muito comum que, ao se permitirem experimentar, acabam por descobrir que o jiló é gostoso, sim, e passam a incorporá-lo à sua alimentação.

E, na liderança não é diferente. Assim como existem pessoas que afirmam não gostar de jiló sem nunca ter experimentado, encontraremos muitos líderes que, muitas das vezes, afirmam não gostar do trabalho de células e de discipulado pelo mesmo motivo, porque nunca se permitiram experimentar.

Alguns líderes, por não procurarem buscar a fundo o que acontece nos discipulados e nas células, bem como, dos porquês de muitas igrejas estarem aderindo a este modelo de trabalho, formam uma opinião contrária a este modelo de trabalho.

Nao há como o trabalho com discipulado e células não “ser de Deus”, como dizem alguns. Por quê?

Simples! Porque o discipluado é uma ordenaça bíblica. Veja:

“E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mateus 28.19 a 20

Quanto as células, elas sempre aconteceram na Igreja primitiva. Em Atos 2, do versículo 42 em diante, por exemplo, a Palavra diz que o povo se reunia, constantemente, no templo e nas casas.

O líder que quer ser bem sucedido, não pode se deixar levar pela opiniões de outros. Ele precisa buscar informações e, literalmente, se permitir “imegir” sobre o assunto. No caso do trabalho de células e discipulado, por exemplo, o líder precisa ir à conferências, à “cafés de líderes e Pastores”, precisa buscar uma Igreja a quem ele possa ter como cobertura e onde ele poderá ser orientado e ter acesso, na prática, como o trabalho é realizado, dentre tantas outras coisas.

É indiscutível, nos dias de hoje, a relevância do trabalho das células e do discipulado na vida das pessoas. É um trabalho que tem como base a restauração de vidas e de famílias. É uma constatação.

Sim, existem alguns casos em que, por um motivo ou por outro, o trabalho não deu o resultado esperado. Contudo, nesses casos, é possível que a Igreja tenha optado por ser uma Igreja com células e não uma Igreja em células.

Por isso, fica a dica de nunca se dizer que não gosta, caso nunca se tenha experimentado. É preciso que o líder busque a sua própria experiência e experimente do poder e mover de Deus através do trabalho das células e do discipulado.

O líder não pode se basear no resultado que não deu certo para alguns. Antes, ele precisa buscar em Deus e se aprofundar no assunto para descobrir os motivos que fizeram com que alguns não alcaçassem o resultado que tantos outros estão alacançando. E, que resultado é esse? Salvação, libertação, restauração e maturidade do Reino de Deus.