DISCIPULADO UM A UM NA PRÁTICA

É interessante como muitos tem dúvidas de como fazer o discipulado um a um na prática. Também é muito comum ouvir que discipuladores se sentem entediados na reunião de discipulado, seja porque o assunto se esgotou ou porque não sabiam que iriam falar ou tratar.

Para evitar que este tipo de situação aconteça, foque em três áreas principais: Pessoal, familiar e ministerial.

Ao encontrar-se com o discípulo trate de coisas da vida pessoal dele com perguntas que abordem como ele tem enfrentado como tentação, como ele tem enfrentado desafios no trabalho, como ele tem tirado o tempo dele com Deus, como ele tem se relacionado com Deus no dia a dia dele, enfim, esta primeira parte do discipulado se refere a tratar assuntos e necessidades pessoais.

A segunda área importante a ser tratada é a área familiar. Neste momento, trate as questões familiares, por exemplo, se ele for casado, aborde como ele está com o cônjuge, como está o relacionamento com os filhos, se ele tem tirado tempo para a família e se estão realizando o culto doméstico em casa. A intenção é ajudar o seu discípulo em tudo o que se refere a sua família. É indispensável que se aborde este tema para que o seu discípulo possa expor e contar com a sua ajuda.

Entretanto, em uma reunião de discipulado, não se pode tratar apenas das áreas pessoais e familiares. É preciso que a área ministerial também seja trabalhada. Afinal, o seu discípulo precisa crescer. Não é aconselhável que se fique resolvendo problemas pessoais e familiares. O discipulador não é um psicólogo. O propósito do discipulador deve ser o de formar um discípulo de excelência, ou seja, alguém que será um seguidor de Jesus, que será um excelente líder, que avançará na obra de Deus cumprindo o seu propósito no ministério. Então, depois de ter tratado sobre a área pessoal e familiar, aborde a área ministerial com perguntas específicas. Pergunte de quem ele está cuidando (pastoreando, discipulando), se já está liderando alguma célula, se está trabalhando em alguma área da Igreja, como ele está com relação a projetos do seu crescimento pessoal no ministério, por exemplo. Pode ser que este discípulo já esteja discipulando algumas pessoas, já esteja liderando uma ou mais células e, se for este o caso, trabalhe, também, a respeito dos desafios que ele tem enfrentado, dos frutos que ele tem gerado e das dificuldades que ele está encontrando com as pessoas.

Se estas três áreas forem trabalhadas organizadamente, com foco, o discipulado será poderoso, trará resultados e o seu discipulado será, sempre, um sucesso.

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