O preço de não se ter um equipe comprometida

Falar de equipe é falar de liderança seja em que área for, ministerial, familiar, no trabalho ou na célula, pois os princípios que regem a liderança são os mesmos.

Falando de liderança ministerial, especificamente, pode-se afirmar que existem alguns desafios comuns que podem travar ou impedir o crescimento, como por exemplo, a dificuldade de se formar uma equipe e, quando se consegue formar uma equipe, o de fazê-la ser comprometida.

E, quando a equipe não é comprometida, algumas dificuldades surgem, como por exemplo:

1 – Sentimento de solidão

É muito comum ouvir de líderes que eles não têm uma equipe. Porém, na verdade, eles têm, sim. O problema é que, como a equipe não é comprometida, a impressão é de não se ter uma equipe, de não se ter ninguém para ajudar e apoiar os projetos que precisam ser lançados.

Sem equipe, o líder se sente sozinho no cumprimento da missão e da visão que Deus colocou em seu coração. O líder está com o coração cheio de ideias, mas não tem ninguém que embarque com ele neste projeto. Por isso ele tem o sentimento de solidão, pois ele tem tantos planos para realizar, mas sozinho, sem apoio e sem ajuda, não conseguem implantar nada.

2 – Sentimento de desânimo

Sem ajuda, o líder sente-se, não só desanimado, como também, desmotivado. Afinal, ele está cheio de projetos, de ideias e até começa a fazer uma coisa ou outra, mas não consegue ter força suficiente para dar continuidade, porque a sua equipe não está comprometida.

O líder busca estratégias em treinamentos e conferências, como o Coaching Day e a Conferência F5 de atualização ministerial, para que possa viver a visão que Deus deu a ele, retorna cheio de expectativas, logo inicia alguns projetos, porém, como não têm o apoio de uma equipe comprometida para lhe dar a força necessária, não consegue dar continuidade àquilo que começou.

3 – Cansaço

Existem líderes que têm muita disposição que, mesmo diante de tantas adversidades, eles não desanimam fácil. São pessoas que não esperam que alguém faça alguma coisa, eles mesmos colocam a mão e fazem acontecer. E, é justamente por isso que eles se sentem cansados.

Então, assim como Moisés entendeu o que Jetro, seu sogro, lhe ensinou em Êxodo 18, o líder também vai precisar entender que sozinho ele não vai dar conta. Uma hora ele vai cansar e parar.

Parafraseando o texto de Êxodo 18, à partir do verso 14, Jetro disse a Moisés que se ele continuasse a absorver toda a responsabilidade toda para ele e não treinasse pessoas para ajudá-lo, ele morreria e levaria o povo, de certa forma, a morte também.

No entanto, não é incomum ver líderes que, ao receberem uma visão, por não terem uma equipe comprometida, colocam a mão no arado, sozinhos! É questão de tempo estes líderes sentirem-se cansados e desfalecerem. Líderes assim costumam pensar – “Sou eu para tudo, pois sem mim as coisas não funcionam” – mas isso não deve e não pode ser assim. É preciso que o líder desenvolva pessoas e leve-as ao comprometimento.

4 – O crescimento não vem

Todo mundo é limitado. Quando o líder decide fazer algo por si mesmo, ele só vai conseguir crescer até um limite. Ele vai se esforçar, trabalhar duro, porém, o crescimento não vai acontecer além do seu limite. Então, bate a frustração, o desânimo e o cansaço.

Quando o líder tem uma equipe comprometida, ele chega ao limite dele, mas a força da equipe o leva a ir além. Agora, sem equipe… sem crescimento…

5 – A desistência da visão

É muito triste reconhecer, mas o fato é que tem muito líder que, por não ter uma equipe comprometida, ficou tão abatido que abre mão da visão e até de seu chamado. Em alguns casos, são líderes que ainda exercem a liderança, mas que, por dentro, já desistiram há muito tempo. Eles estão apenas cumprindo um “papel”.

Da mesma forma, os líderes de célula e de ministério. Existem alguns que só não entregaram a célula ou o ministério porque estão com algum tipo de receio, seja por críticas ou por outro motivo qualquer. Porém, no fundo, eles já desistiram faz tempo. E isso porque não tiveram pessoas ao seu lado para cumprir a visão, não tiveram uma equipe comprometida.

Em contrapartida, existem aqueles que “chutam o balde”. Ou seja, por sentirem-se sozinhos, frustrados, cansados e sem apoio, desistem do chamado e entregam, de “pronto” e sem cerimônia, a sua liderança, sem se importar com mais nada.

A mensagem que podemos aprender com este artigo é que todo líder precisa de uma equipe para crescer. Por isso, se você faz parte de um ministério, é líder ou Pastor, fica o convite para a nossa Conferência F5 – Atualização Ministerial, que estará acontecendo de 18 a 20 de abril. Serão dias intensos de debates, Palavras e Workshops para que possamos, juntos, avançar no Reino de Deus. Já no primeiro dia teremos com um Café de alinhamento ministerial, seguido de uma mentoria ministerial e terminando com uma Palavra de Deus para as nossas vidas. Se eu fosse você eu não perderia por nada! Clique aqui e garanta já a sua vaga!